terça-feira, 19 de julho de 2011

O Verdadeiro amor.

Hoje seria dia da cozinha, de experimentar pratos novos e fazer coisas gostosas... Desde que li o texto equilibre seus chakras em 7 dias tenho tentando aplicar as dicas do dia-a-dia em meu dia. Na terça -feira é dia de incenso de tangerina ou melissa, de cozinhar com amor e pensar na sua criança interior... Mas o dia de hoje como quase todos os meus dias desregrados e sem rotinas me trouxe ensinamentos bem mais superiores...

Há mais ou menos duas semanas, após concluir a leitura do livro "Querido John" (o livro fala sobre o autismo, o câncer e o verdadeiro amor), Letícia (após ficar dias resmungando pq os mocinhos não ficaram juntos) me perguntou o que era o autismo, não soube responder com exatidão... E hoje, Letícia teve a melhor explicação que a vida poderia lhe dar...  Melhor - Todos nós!

O dia começou calmo, com uma visita à contadora, depois um almoço em família (marido, filhos e minha mãe) no nosso restaurante preferido (Tomodati), comida simples e gostosa, com gostinho de casa, de lembranças alegres... Uma visita a sogra, e uma visita a amigos queridos e guerreiros (um casal: ele com câncer, já condenado pelos médicos, não por Deus, muito menos por si mesmo, ela lutando ao lado dele com toda a força de espírito que uma mulher pode ter). Hoje aprendi muito, muito mesmo, relembrei o significado da vida e a força que temos para lutar por ela, a força de espírito para lutar não apenas por nós, mas também por quem amamos... E como se tivesse sido pouco, toda a tarde de alimentos e aromas para alma, ainda, no inicio da noite, tivemos a oportunidade de conhecer mais pessoas guerreiras, Márcia, sua mãe e Rafael (filho de Márcia, autista), que Deus colocou em nosso caminho para nos ensinar a viver, para confirmar todo o ensinamento do dia:


1 Coríntios 13


Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

2 comentários:

  1. Olá, Geninha,

    Lindo post! Há muitas verdades nesta carta do apóstolo que, infelizmente, têm sido ignoradas nesses tempos tristes.

    Beijoca!

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  2. Passando pra desejar um Feliz Dia do Amigo.
    Beijos

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